sábado, 7 de julho de 2012

[RESENHA] Assassin's Creed: Irmandade

“Irei viajar até o coração negro de um Império corrupto para arrancar o mal pela raiz. Mas se Roma não foi construída em apenas um dia, também não será restaurada por um assassino solitário. Eu sou Ezio Auditore de Florença e essa é a minha Irmandade”.

Bem, eu já tinha falado um pouco sobre o 1° livro (Renascença), e aqui estamos na sequência, a jornada de Ezio Auditore continua e sua guerra contra os Templários só está começando.

O livro começa justamente da onde termina o primeiro... O Assassino após derrotar o Papa Alexandre VI usa os dois Pedaços do Éden para entrar na câmara secreta que estava debaixo do Vaticano. Lá ele se depara com a imagem de uma Deusa antiga, que lhe conta sobre o passado e o futuro da humanidade, um futuro catastrófico que apenas seus descendentes poderão impedir.

Depois de ouvir toda a mensagem que a Deusa tinha pra lhe passar, ela desapareceu e entregou o destino dos homens em suas mãos, Ezio então corre para fora da câmara e deixa o Papa se envenenar, recusando a lhe dar o golpe de misericórdia... Ele se encontra com seu Tio Mario e outros membros da Ordem fora da capella e então foge de Roma.

Seu retorno à Monteriggioni é comemorado pelo povo e pela família, mas a alegria e a sensação de missão cumprida acaba rápido, pois a cidade é atacada pelas tropas dos Bórgias, sobre o comando de Cesare, filho de Rodrigo Bórgia, a nova e verdadeira ameaça... O ataque é devastador e Monteriggioni cai... Ferido, mas determinado a dar um fim de vez aos Bórgias, Ezio volta a Roma, agora não para apenas lutar, mas para libertar a cidade que um dia foi a maior cidade do mundo do controle dos Templários.

Bem, esse livro é muito mais maduro (assim como o jogo), ele se passa maior tempo em Roma onde Ezio decidi reorganizar a Ordem e estabelecer um poder capaz de libertar a cidade do domínio dos Bórgias, a história é muito melhor desenvolvida e menos repetitiva, Ezio é um personagem mais sábio e apesar da idade está avançando continua ágil e um mestre das armas. O livro segue com um jogo de poder, onde os Assassinos tentam minar as forças dos Templários e inspirar o povo de Roma enquanto esperam o tempo certo de atacar e por um fim a vida de Cesare e seu pai, Rodrigo que apesar de não ser o mais perigoso dos dois, ainda é muito ardiloso.


Olha, na minha opinião, esse livro foi muito mais divertido de se ler e menos enjoativo também, gostei demais... Vale a pena continuar acompanhado Ezio e sua Irmandade. 


BY LOHAN

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