quinta-feira, 24 de maio de 2012

O Melhor de mim - Nicholas Sparks


Na primavera de 1984, os estudantes Amanda Collier e Dawson Cole se apaixonaram perdidamente. Embora vivessem em mundos muito diferentes, o amor que sentiam um pelo outro parecia forte o bastante para desafiar todas as convenções de Oriental, a pequena cidade em que moravam. Nascido em uma família de criminosos, o solitário Dawson acreditava que seu sentimento por Amanda lhe daria a força necessária para fugir do destino sombrio que parecia traçado para ele. Ela, uma garota bonita e de família tradicional, que sonhava entrar para uma universidade de renome, via no namorado um porto seguro para toda a sua paixão e seu espírito livre. Infelizmente, quando o verão do último ano de escola chegou ao fim, a realidade os separou de maneira cruel e implacável. Vinte e cinco anos depois, eles estão de volta a Oriental para o velório de Tuck Hostetler, o homem que um dia abrigou Dawson, acobertou o namoro do casal e acabou se tornando o melhor amigo dos dois. Seguindo as instruções de cartas deixadas por Tuck, o casal redescobrirá sentimentos sufocados há décadas. Após tanto tempo afastados, Amanda e Dawson irão perceber que não tiveram a vida que esperavam e que nunca conseguiram esquecer o primeiro amor. Um único fim de semana juntos e talvez seus destinos mudem para sempre. Num romance envolvente, Nicholas Sparks mostra toda a sua habilidade de contador de histórias e reafirma que o amor é a força mais poderosa do Universo - e que, quando duas pessoas se amam, nem a distância nem o tempo podem separá-las.


"Quero acordar de manhã com você ao meu lado, quero chegar a noite e jantar com você. Quero compartilhar com você cada detalhe bobo do meu dia e ouvir cada detalhe do seu. Quero rir junto com você e dormir com você nos meus braços. Porque você não é só alguém que amei no passado. Você era minha melhor amiga, a melhor parte de quem sou, e não consigo me imaginar desistindo disso outra vez. - Ele hesitou, buscando as palavras certas. - Eu lhe dei o melhor de mim e depois que você foi embora, nada jamais voltou a ser o mesmo."



O primeiro livro do Sparks pela Editora Arqueiro foi bem ao estilo do autor: romance e drama se confundindo e juntos realizando uma bela história. Amanda e Dawson viveram uma grande paixão quando jovens, porém por diferenças sociais bem complicadas (ela, filha de uma família muito tradicional na região de Oriental; ele, filho de uma família típica de bandidos que metia medo na cidade inteira) acabaram tendo que se afastar. Muito tempo depois, 20 anos, por ocasião da morte de uma pessoa querida deles, acabam se reencontrando para um fim de semana que vai reavivar o amor que ficou adormecido durante todo esse tempo. Alguns problemas, porém, se interpõem no caminho deles, problemas que estão acima do maniqueísmo literário. Lógico, que temos a ameaça sempre constante dos parentes de Dawson, porém o principal empecilho é o fato de que Amanda é casada e mãe de 3 filhos.

Quando eu comecei a ler tive uma sensação de déja vu com outro livro do Sparks: Diários de uma Paixão. Isso ocorreu por essa questão de que eles viveram um grande amor antes e depois de um tempo voltam a se reencontrar. Também em Diários, vimos a mesma razão do afastamento: diferenças sociais. Porém, ao contrário desse, que foi o primeiro livro de sucesso do autor, a história compartilhada em O Melhor de mim é muito humana. A gente consegue amar as personagens e entender o conflito que passa por eles. Entendemos o amor que possuem um pelo outro, mas entendemos também o quão é difícil tomar uma decisão em circunstâncias tão problemáticas quanto as que vivenciam. É interessante vê-los retomando a cumplicidade de anos atrás e como a vida de ambos estava interligada.

Vi muitas amigas que leram o livro dizendo: "Nicholas Sparks deve ser um cara amargo!" Eu rio dessas afirmações. O que eu gosto dos livros que ele escreve é como brinca com determinados assuntos como escolhas, morte, vida, preconceito, alcoolismo e como esses temas são abordados tendo por plano de fundo um romance que te encanta. É humano e real demais por vezes. Mas nunca deixam de ser histórias bonitas e intensas de se ler. Nessa nova obra, ele nos proporciona encarar esses assuntos mencionados acima, misturados com uma boa dose de destino e sobrenatural.

Não achei o melhor livro dele, pois sem dúvida não o é. Porém, não achei o mais fraco (Para mim continua sendo 'Um Homem de Sorte' e 'Um amor para recordar'). Ele se encaixaria entre as duas alas. Meio que no purgatório... rsrsrs Mas saiba que essa colocação significa MUITO BOM, pois não consigo resistir a escrita do Sparks. Gosto muito e tudo o que ele escreve fica sempre acima da média. Você nunca espera como ele vai terminar, e isso é maravilhoso.

Ou seja, amei o fato da Arqueiro ter trazido esse livro para nossas estantes. E falando na editora, que trabalho magnífico que fizeram nele. A capa é linda demais, dá vontade de ficar olhando e guardar com ela a mostra de tão divina. Além disso, os marcadores e o carinho na confecção dos kits para os parceiros foi primoroso. Eu tirei uma foto e vou postar aqui assim que puder para vocês verem!!!

Minha dica: Leiam! Sparks é sempre uma grata literatura.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Resultado da Promoção Para Sempre

Olá todo mundo!

Eu ando meio sumida, mas é para um bem maior. Porém, vim aqui anunciar quem foi que ganhou o kit do livro Para Sempre da Editora Novo Conceito.

Bem confesso que não foi o que eu esperava. Queria esperar até ter mais de 10 participantes, mas como isso não foi possível, eu decidi sortear entre os grandes amigos que participaram dessa promoção com respostas bem interessantes e bonitas. E o escolhido pelo sistema random.org não podia ser outro. Simplesmente a resposta mais interessante que eu li.



Sergio Carmach, Parabéns!!!

Fiquei super feliz de tê-lo aqui participando e ainda de você ter ganhado!

Parabéns!!!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

[RESENHA] Um Mundo Brilhante - T Greenwood

Quando o professor Ben Bailey sai de casa para pegar o jornal e apreciar a primeira neve do ano, ele encontra um jovem caído e testemunha os últimos instantes de sua vida. Ao conhecer a irmã do rapaz, Ben se convence de que ele foi vítima de um crime de ódio e se propõe a ajudá-la a provar que se tratou de um assassinato. Sem perceber, Ben inicia uma jornada que o leva a descobrir quem realmente é, e o que deseja da vida. Seu futuro, cuidadosamente traçado, torna-se incerto, pois ele passa a questionar tudo à sua volta, desde o emprego como professor de História, até o relacionamento com sua noiva. Quando a conheceu, Ben tinha ficado impressionado com seu otimismo e sua autoconfiança. Com o tempo, porém, ela apenas reforçava nele a sensação de solidão que o fazia relembrar sua infância problemática. Essa procura pelas respostas o deixará dividido entre a responsabilidade e a felicidade, entre seu futuro há muito planejado e as escolhas que podem libertá-lo da delicada teia de mentiras que ele construiu. Esta, enfim, é uma história fascinante sobre o que devemos às pessoas, o que devemos a nós mesmos e o preço das decisões que tomamos.



- Faça o que você achar que deve fazer, Ben.



Toda a história parte do momento em que Ben Bailey, professor adjunto de História na Universidade de Flagstaff, encontra o corpo de um jovem índio espancado e desmaiado na entrada de sua casa. Uma cena que, certamente, impactaria qualquer pessoa nessa vida. E como ele se recordava de ter visto o garoto no bar, onde trabalhava para complementar a sua renda procurou saber como tudo aquilo havia ocorrido. Nessa empreitada, ele conhece Shadi, irmã do rapaz assassinado, e decide ajudá-la na empreitada de encontrar quem matou o jovem navajo de nome Ricky. E, como a sinopse acima informa, a jornada o leva em direção de uma jornada conturbada acerca de quem ele é e do que ele estava fazendo da sua, assim como, mostra como as escolhas são fruto de uma cadeia intrincada demais de eventos que nem sempre nos direcionam para o caminho da felicidade.

O problema é apenas um. Você não se simpatiza em nenhum momento pelo protagonista! Eu passei as 336 páginas pasma em quão problemático Ben era. Somos, por várias vezes, remetidos a infância dele, numa clara e frustrada tentativa de justificar suas ações ou comportamentos, onde foi traumatizado pela perda brusca de sua irmã, Dusty, e de todas as consequências desse evento, como a depressão da mãe, a separação dos pais e por aí vai. Eu sei que esse tipo de coisa realmente mexe com todo o psicológico de uma pessoa, quanto mais de uma criança, todavia, Ben apenas me passava a sensação de ser uma criança egocêntrica demais que foi confrontado com a perda de algo que era seu. E quando ele se vê enfrentando problemas com sua noiva, com seu trabalho, ele simplesmente se esconde e age de modo egoísta, sentindo prazer na tristeza dos outros ao seu redor, ou de pensar que só ele tem problemas, que só ele se sente infeliz, e que por isso ou ostros também deveriam se sentir miseráveis para acompanhá-lo.

Então, quando li uma sequência de escolhas dando errado e a vida dele tomando um giro no sentido anti-horário ao desejado por ele e como ele reage a isso, simplesmente ficava chocada em quão necessitado de uma terapeuta esse cara era. Sabe? As vezes, ele também precisava de um exorcista porque, caramba! Que as nossas escolhas sempre trazem consequências para as nossas vidas e para a daqueles que nos cercam, eu já sabia, mas Ben é terrivelmente azarado (se você partir do fato que ele não tem culpa de todas as ações cometidas). Por isso tudo, eu escolhi a frase acima como principal citação do livro, pois ela resume muito bem o espírito do livro: o Ben agindo como ele acha que deve fazer e não de um jeito correto.

O livro tem uma divisão em 4 partes: Um Mundo Azul, Um Mundo Amarelo, Um Mundo em Preto em Branco e um Mundo Brilhante. EU confesso que só entendi a razão dos nomes nas duas primeiras partes... A cor azul relativo ao inverno em Flagstaff, onde acontece os eventos da primeira parte, e a amarela relativo ao clima desértico de Phoenix, onde se passa a segunda etapa da história. Porém as outras duas, não conseguiram me trazer algo coerente, sabe? A respeito da edição, a Novo Conceito foi de um extremo cuidado e dedicação porque é simplesmente LINDO! A capa possui elementos brilhantes por toda a extensão frontal e os kits estão lindíssimos, com uma capa de chuva de brinde. Um charme!

Porém, tirando a beleza exterior e a sinopse, o livro foi uma grande decepção literária pra mim. Não sei se foi porque eu esperava muito, mas T Greenwood não foi muito feliz em sua proposta. Pelo menos pra mim.

O que você achou do livro?




terça-feira, 1 de maio de 2012

[FILMES] OS VINGADORES


Eu ainda não me apresentei a vocês, leitores. Eu sou Lohan, agora escrevo algumas "coisitas" aqui pro blog também, mas vamos ao que interessa...

"E houve um dia como nenhum outro. Quando os maiores heróis da terra se viram unidos contra uma ameaça em comum! Naquele dia, os Vingadores nasceram pra enfrentar os inimigos que nenhum outro super-herói poderia enfrentar sozinho!"


Bem, essa é a chamada que vinha nas HQs dos Vingadores. Como ela mesmo já diz, Os Vingadores é uma equipe que reúne os mais poderosos heróis do panteão da Marvel. No caso do filme é algo mais do que isso, é o filme que reúne os melhores atores que eu já vi!

Eu acabei de assistir o filme, então resolvi escrever logo a resenha já que minha cabeça ainda ta com as informações pegando fogo.  E quando eu falo que acabei de assistir eu to falando sério, acabei mesmo de voltar do shopping! (kkkkk)

De 1 a 10, a minha nota pro filme é 10! Foi simplesmente espetacular, os roteiristas estão de parabéns, criaram uma história bem legal, aproveitando todos os personagens de uma maneira equilibrada, ninguém apareceu mais que o outro, acho até que isso foi algo fundamental no contrato dos atores com a produtora, de qualquer modo vamos voltar ao filme, eu dizia que os roteiristas tinham feito um ótimo trabalho, mas eu deveria ter dito que o diretor fez um trabalho ainda mais incrível, a alma do filme está na direção, Joss Whedon conseguiu enquadrar muito bem todos os heróis na tela, criando momentos que só acontecem em HQs (História em Quadrinho) e jogos digitais, como por exemplo a cena do Homem de Ferro atirando no escudo do Capitão América para que o tiro refletisse assim atingindo um invasor alien, cenas como essa foram coisa comum no filme, ataques combinados e cortes para cenas de outro heróis foram algo muito bem feito, a câmera seguia um heróis até o momento em que ele passasse perto de outro e a partir dai seguia o outro herói, como numa corrida de revesamento, isso deu uma noção de campo de batalha e ação muito boa. 

Os efeitos especiais também não deixaram barato, pra mim, acredito que a cena que mais personificou isso foi a que o Homem de Ferro tira seu traje enquanto anda no terraço da torre Stark, lembrando e muito o estilo de Transformers. Outro coisa que deu vida ao filme foi o estilo cômico vindo do filme Homem de Ferro, só que teve uma diferença, foi algo muito sutil e bem embolado não parecendo piadas bobas, todas as tiradas do filme roubam gargalhadas espontâneas sem forçar a barra. Quanto ao romantismo, faltou um pouco, teria sido melhor se tivessem incluindo no roteiro dos personagens que compõe a primeira formação dos Vingadores, a Vespa e o Gigante, que são um casal, mas os sentimentos bonitos não ficaram de fora da tela, e por mais inesperado que pareça eles vieram direto do agente Coulson e do Tony Stark, quem assistir ao filme saberá do que estou falando, mas por enquanto é só isso pessoal...

Espero que tenham gostado da resenha e também quero dizer que irei escrever algumas coisas sobre o mundo nerd, ou seja, super heróis, mangá, jogos, entre outros assuntos que a juventude curti. Bye Bye...

By: Lohan