Confesso que quando soube de uma série de ficção científica exibida pela FOX e com J.J. Abrams na produção não me animou muito. Cancelamento precoce me parece um risco muito grande baseado em experiências passadas. Contudo, alguns nomes na produção relacionados a Fringe, assim como os protagonistas, decidi dar uma chance. Não me arrependi.
Blog sobre nada em específico. Mas precisamente sobre tudo o que eu considerar estranho ou engraçado. Hospedar minhas análises, meus textos, histórias, dúvidas e minhas leituras recentes. Tudo às vezes do meio acadêmico ou do cinema, ou de músicas ou minhas paixões por seriados e shippers. Ou seja, meu canal de desabafo a respeito do tudo e do nada. Poético? Talvez.
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
[RESENHA] Mago: Aprendiz - Raymond E. Feist
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*Sa*
Na fronteira do Reino das Ilhas existe uma vila tranquila chamada Crydee. É lá que vive Pug, um órfão franzino que sonha ser um guerreiro destemido ao serviço do rei. Mas a vida dá voltas e Pug acaba se tornando aprendiz do misterioso mago Kulgan. Nesse dia, o destino de dois mundos altera-se para sempre. Com sua coragem, Pug conquista um lugar na corte e no coração de uma princesa, mas subitamente a paz do reino é desfeita por misteriosos inimigos que devastam cidade após cidade. Ele, então, é arrastado para o conflito e, sem saber, inicia uma odisseia pelo desconhecido: terá de dominar os poderes inimagináveis de uma nova e estranha forma de magia… ou morrer. Mago é uma aventura sem igual, uma viagem por reinos distantes e ilhas misteriosas, onde conhecemos culturas exóticas, aprendemos a amar e descobrimos o verdadeiro valor da amizade. E, no fim, tudo será decidido na derradeira batalha entre as forças da Ordem e do Caos.
Primeiríssima publicação do novíssimo selo Saída de Emergência - parceira lusa da Editora Arqueiro - e especializado em fantasias e épico, Mago: Aprendiz, também é o pioneiro título de uma nova saga chamada Saga do Mago. No estilo J. R. R. Tolken, com a leitura entramos em contato com várias criaturas eternizadas por Tolken: anões, magos, elfos.
Tudo se desenvolve a partir da amizade entre Pug e Tomas, adolescentes de um ducado portuária do Reino chamada Crydee, vivendo a fase mais intensa da vida deles: a escolha - Um ritual ancestral em que os adolescentes são escolhidos como aprendizes pelos Mestres de Ofício da cidade perante o Duque e sua família. Tomas se torna aprendiz de soldado, enquanto Pug tem um destino inusitado e improvisado... se torna aprendiz de um Mago, Kulgan, conselheiro do duque. Contudo, um navio diferente surge na praia de Crydee e seus navegantes eram bem diferentes do que se tem por conhecido. A notícia de que eles eram de um outro mundo querendo tomar o território do Reino, assusta e envia uma grande caravana para avisar o Reino sobre os problemas iminentes. E embarcamos com eles, num aprendizado sobre os diferentes povos, inimigos, e sobre o território e política do Reino.
O livro é de aventura e é muito legal! Diferente dos livros do Tolken e do Martin, ele não é descritivo ao cansaço. Tem um ritmo próprio e mais dinâmico, embora esse primeiro seja bem uma apresentação dos personagens e de todos os elementos da história. Uma outra questão muito interessante é que a narrativa não se foca apenas na caravana, inicialmente talvez, porém com o passar dos acontecimentos, ele se abre em um leque com várias direções. Desse aspecto bom, surge uma pequena decepção. A sinopse e o título dão uma ideia do que vai ser a história, porém o desenvolver dela é diferente do proposto. Pensei que veria mais do Pug aprendendo a ser mago e desenvolvendo isso, porém não era essa a ideia. Ele não é o personagem principal... quer dizer... não existe apenas um protagonista, mas vários. Para mim, aquele que mais rouba a cena (digamos assim) é o Príncipe Arutha com sua coragem e jeitão dark.
A entrada desse selo foi por mim muito festejada já que AMO esse tipo de literatura! E o primeiro livro não podia ser outro. Vai vir de carona no sucesso de Guerra dos Tronos, mas sem o conteúdo adulto e com personagens bem criados. Super recomendo!
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Desabafos e outras formas de reflexões #2: Escrita
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*Sa*
Todo mundo já falou o que é a escrita e expressou isso em diversos conceitos dos simples aos metafóricos: Escrita é um arte, é um sacrifício, é morrer, é dar vida a outras pessoas, é libertar-se, é recriar-se, é dar asas a imaginação, é um trabalho, é diversão, e por aí vai. E o mais interessante disso tudo é que todas as respostas para a pergunta a respeito dessa ação por mais paradoxais que sejam é plenamente correta.
Quando a gente decide escrever alguma coisa – qualquer coisa que seja – lidamos com uma série de questões que vai muito além do simples ato. Primeiro, quem nunca enfrentou um bloqueio? É impressionante como é só sentar na frente do computador ou estar com um papel e caneta na mão pronto para colocar suas ideias quando – PUF – a sua mente formata. Isso aí? O chamado “deu branco” é um inferno! Tudo some e você não consegue escrever uma linha que preste. Tudo o que você tinha até então já era, se perdeu no fundo da sua cachola sem deixar endereço. Agora repara bem, é só você deitar para dormir, que o mundo ali dentro da cabeça se abre para a criatividade. Histórias e textos completos e lindos são montados de forma complexa e num português que dá vontade de chorar. Aí, penso: “Se eu correr, eu consigo colocar isso tudo num papel/pc/ gravador de voz do celular”. Mera ilusão. Das duas uma: Ou eu tenho que aproveitar meu inconsciente que é mais criativo, ou eu tenho que deixar meu notebook ligado a noite inteira para a mente esvaziar tão completamente.
Existem outras situações como essas, por exemplo, tomar banho. O momento é um dos menos oportunos para uma ideia aparecer, mas é o que mais ocorre. E no final do banho ela escorre para o ralo junto com todas as impurezas do corpo lavadas e você quando volta para escrever não tem mais nada. Ainda há situações mais graves, o bloqueio total e irrestrito, você simplesmente não consegue formular uma frase coerente mesmo querendo muito. É triste, você chora, esperneia, se força, mas nada acontece. Não se preocupe, todos os maiores escritores do mundo já passaram por isso. O problema é que eles podiam ter musas inspiradoras, e nem sempre artigos científicos podem ser inspirados por uma nova paixão... Mas... já é um consolo saber que Shakespeare já passou por tudo isso.
Além do bloqueio também existe o problema oposto. Sim! O excesso de ideias também causa complicações. É como um trânsito, em que os assuntos se algomeram querendo descer por um único canal que são seus dedos – para um computador ou caderno.
Quando a gente decide escrever alguma coisa – qualquer coisa que seja – lidamos com uma série de questões que vai muito além do simples ato. Primeiro, quem nunca enfrentou um bloqueio? É impressionante como é só sentar na frente do computador ou estar com um papel e caneta na mão pronto para colocar suas ideias quando – PUF – a sua mente formata. Isso aí? O chamado “deu branco” é um inferno! Tudo some e você não consegue escrever uma linha que preste. Tudo o que você tinha até então já era, se perdeu no fundo da sua cachola sem deixar endereço. Agora repara bem, é só você deitar para dormir, que o mundo ali dentro da cabeça se abre para a criatividade. Histórias e textos completos e lindos são montados de forma complexa e num português que dá vontade de chorar. Aí, penso: “Se eu correr, eu consigo colocar isso tudo num papel/pc/ gravador de voz do celular”. Mera ilusão. Das duas uma: Ou eu tenho que aproveitar meu inconsciente que é mais criativo, ou eu tenho que deixar meu notebook ligado a noite inteira para a mente esvaziar tão completamente.
Existem outras situações como essas, por exemplo, tomar banho. O momento é um dos menos oportunos para uma ideia aparecer, mas é o que mais ocorre. E no final do banho ela escorre para o ralo junto com todas as impurezas do corpo lavadas e você quando volta para escrever não tem mais nada. Ainda há situações mais graves, o bloqueio total e irrestrito, você simplesmente não consegue formular uma frase coerente mesmo querendo muito. É triste, você chora, esperneia, se força, mas nada acontece. Não se preocupe, todos os maiores escritores do mundo já passaram por isso. O problema é que eles podiam ter musas inspiradoras, e nem sempre artigos científicos podem ser inspirados por uma nova paixão... Mas... já é um consolo saber que Shakespeare já passou por tudo isso.
Além do bloqueio também existe o problema oposto. Sim! O excesso de ideias também causa complicações. É como um trânsito, em que os assuntos se algomeram querendo descer por um único canal que são seus dedos – para um computador ou caderno.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
[Novidades] Editora Arqueiro e Sextante
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*Sa*
Já estamos na reta final do ano e dois livros são os destaques até dezembro. Sessão de Terapia, livro baseado na série de TV do GNT que tem 9,5 milhões de espectadores e é dirigida por Selton Mello. Sucesso na TV, o cotidiano dramático de um psicólogo e seus pacientes ganha agora nova dimensão ao levar o leitor para o universo pessoal do terapeuta. Theo e tudo o que aconteceu com ele enquanto Júlia, Breno, Nina, João e Ana estavam em terapia.
Pela Sextante, a aposta é Maestria, de Robert Greene, é mais que indicado para os leitores de Malcolm Gladwell e mostra que qualquer um pode alcançar a excelência em 20 mil horas de estudo e prática.
Para a alegria dos fãs de uma boa história de espionagem, a Arqueiro traz Anjo Caído, terceiro livro de Daniel Silva publicado pela editora e protagonizado por Gabriel Allon.
Onde mora a coragem tem uma comovente história sobre o verdadeiro heroísmo, do autor Stanley Gordon West, que publicou sozinho e vendeu 40 mil livros de mão em mão antes de ser descoberto por uma editora.
O francês Pela luz dos olhos seus, de Janine Boissard, já vendeu mais de 300 mil exemplares e vai deixar o leitor com lágrimas nos olhos ao contar a história de Claudio, um tenor cego, e sua confidente, Laura.
Por fim, a Arqueiro lança uma nova edição do clássico Marcoré, vencedor do Prêmio de Romance da Academia Brasileira de Letras que estava há mais de 20 anos fora do mercado.
Pela Sextante, a aposta é Maestria, de Robert Greene, é mais que indicado para os leitores de Malcolm Gladwell e mostra que qualquer um pode alcançar a excelência em 20 mil horas de estudo e prática.
Para a alegria dos fãs de uma boa história de espionagem, a Arqueiro traz Anjo Caído, terceiro livro de Daniel Silva publicado pela editora e protagonizado por Gabriel Allon.
Onde mora a coragem tem uma comovente história sobre o verdadeiro heroísmo, do autor Stanley Gordon West, que publicou sozinho e vendeu 40 mil livros de mão em mão antes de ser descoberto por uma editora.
O francês Pela luz dos olhos seus, de Janine Boissard, já vendeu mais de 300 mil exemplares e vai deixar o leitor com lágrimas nos olhos ao contar a história de Claudio, um tenor cego, e sua confidente, Laura.
Por fim, a Arqueiro lança uma nova edição do clássico Marcoré, vencedor do Prêmio de Romance da Academia Brasileira de Letras que estava há mais de 20 anos fora do mercado.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
[Proposta] Que tal um pouco dos clássicos mundiais?
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*Sa*
Como um viciada em internet, percorro vários sites e participo de quase todas as redes sociais possíveis e existentes na world wide web. Como fã de literatura, tenho uma verdadeira fome por livros e aquele desejo desenfreado por mais um item em minha biblioteca e mais uma história para exercitar o meu cérebro. Tenho percebido uma enormidade de blogs criando maratonas de leituras abertas, do tipo cada um escolhe um livro de determinado tema, leia e faça uma resenha ou comente sobre ele. Isso é algo que me atrai, porém não estou podendo participar pela minha vida offline estar muito agitada com as novas rotinas de professora e agora, esposa (me casei faz um mês gente! - por isso a ausência de posts... eu era uma noiva neurótica... kkk). Contudo, estava eu refletido sobre minhas possíveis compras na Bienal do Livro aqui do RJ (EU VOU!) e enchendo meu kindle de ebooks, resolvi abrir uma sugestão de maratona diferente.
Não Machado de Assis (apesar de gostar dele...), ou Aluísio Azevedo (eca!)... muito menos Augusto dos Anjos ou José de Alencar. Estou falando de clássicos da literatura mundial. Tipo Dostoiévsky, George Orwell, JúlioVerne e por que não as divas Agatha Christie e Jane Austen?
Eu não vou escolher livros para ninguém, nem estabelecer prazos já que a leitura desses geralmente é bem pesada e requer muita força de vontade e tempo... Mas é uma proposta que gostaria de discutir. Tenho sentido muita vontade de conhecer esses livros clássicos e já posso dizer que tive contatos com alguns (Orgulho e preconceito, Persuasão, O Morro dos Ventos Uivantes, por exemplo), mas existem muitos outros, doidos para serem lidos e que podem mostrar um prazer diferente ao mostrar sociedades diferentes e ideias por vezes semelhantes apesar da distância temporal.
Por isso, esse post. Você, leitor ou parceiro do blog, pode acompanhar a minha lista ou criar a sua própria e deixar por aqui em seu comentário ou um caminho para a sua resenha. Adoraria saber que não estarei só na minha empreitada!
Minha lista (pode sofrer alterações):
Sugestões são sempre bem-vindas e comentários serão lidos e publicados com muita alegria.
... Que tal um pouco dos clássicos?
Não Machado de Assis (apesar de gostar dele...), ou Aluísio Azevedo (eca!)... muito menos Augusto dos Anjos ou José de Alencar. Estou falando de clássicos da literatura mundial. Tipo Dostoiévsky, George Orwell, JúlioVerne e por que não as divas Agatha Christie e Jane Austen?
Eu não vou escolher livros para ninguém, nem estabelecer prazos já que a leitura desses geralmente é bem pesada e requer muita força de vontade e tempo... Mas é uma proposta que gostaria de discutir. Tenho sentido muita vontade de conhecer esses livros clássicos e já posso dizer que tive contatos com alguns (Orgulho e preconceito, Persuasão, O Morro dos Ventos Uivantes, por exemplo), mas existem muitos outros, doidos para serem lidos e que podem mostrar um prazer diferente ao mostrar sociedades diferentes e ideias por vezes semelhantes apesar da distância temporal.
Por isso, esse post. Você, leitor ou parceiro do blog, pode acompanhar a minha lista ou criar a sua própria e deixar por aqui em seu comentário ou um caminho para a sua resenha. Adoraria saber que não estarei só na minha empreitada!
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